Uma gravidez com problemas pode deixar sequelas graves na vida da mãe, do bebê e de toda a família. Felizmente, não é o caso de Selma, Thomas e Eduardo Gimenez Matioli.
Com 33 anos, mãe de um filho de três e com vontade de aumentar a prole, Selma teve dificuldade para engravidar novamente e lançou mão de uma fertilização in-vitro. Deu certo! Em nove meses, a jovem teria mais dois filhos gêmeos.
Tudo corria bem até que, na 16ª semana, a bióloga contraiu o citomegalovírus - que é comum e atinge cerca de 80% da população, boa parte sem sintomas. O problema é que, se passado para os bebês pela placenta, provoca risco de morte, surdez e retardo neuropsicomotor, entre outros.
...(os médicos) são pessoas que se prepararam tanto para ajudar a gente...a gente tem que se apoiar neles.
Como lidar com a notícia que poderia prejudicar a gravidez tão desejada? Selma sabia que, ao se desesperar, traria ainda mais riscos para os gêmeos. Resolveu manter-se tranquila e confiar todo o tratamento às mãos dos médicos que a atendiam. Tanto que os meninos - nascidos sem nenhuma sequela - foram nomeados em homenagem a Eduardo Cordioli e Thomas Moscovitz, ginecologistas e obstetras do Einstein.
Do 4º ao último mês de gestação, eles trataram Selma com um medicamento estrangeiro importado com auxílio do hospital. O remédio diminui as chances da passagem do vírus para os bebês (caso ocorra, diminui o risco de infecção pelo vírus), além de melhorar o prognóstico.
Thomas contraiu o vírus e Eduardo, não. Mesmo assim, o tratamento permitiu que ambos nascessem com ótima saúde. Assista ao vídeo abaixo e confira essa história de confiança e sucesso. Ela mudou a vida de Selma para melhor. Agora são três lindos filhos e muita história para contar. Comprove!
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